A consolidação dos coworkings como espaços de trabalho flexíveis e centros de negócios não é apenas um reflexo de transformações no mercado de trabalho, é um movimento de reconfiguração da própria lógica empresarial. Em São José dos Campos, o Coworking SJC, que completa oito anos de operação, tornou-se um exemplo desse novo paradigma ao aliar infraestrutura de alto padrão a uma rede ativa de relacionamento que hoje reúne diversos empresários de diferentes segmentos. Siga o @diariodesaojose.com.br no Instagram.
Idealizado e conduzido por Marcos Dória, empresário com trajetória marcada pela atuação em empresa de auditoria independente (PwC), e carreira internacional em empresas multinacionais de países da América Latina e África. Consultoria estratégica e gestão empresarial e experiências no setor de M&A (fusões e aquisições), o espaço nasceu com uma proposta clara: oferecer às empresas algo além de um endereço comercial/fiscal ou de simplesmente um conjunto de salas mobiliadas. O objetivo sempre foi construir uma relação próxima e de confiança com os clientes, fomentando e promovendo seus negócios. Para que esse vínculo social, as conexões, as ideias e as oportunidades se tornassem um ativo tão relevante quanto a infraestrutura.
Essa abordagem explica, em parte, o crescimento consistente do modelo mesmo diante de um cenário econômico de incertezas. Dados do Censo Coworking Brasil 2024 indicam que o país registrou aumento de 20% no número de espaços, totalizando 2.986 unidades. No entanto, a expansão não se sustenta apenas pela demanda de startups ou profissionais autônomos, mas também pela adesão de empresas consolidadas que buscam reduzir custos fixos sem abrir mão de estrutura, imagem e acesso a redes de relacionamento.
Nesse contexto, o Coworking SJC ocupa uma posição peculiar. Localizado em uma das áreas empresariais mais valorizadas da cidade, o espaço combina gestão estratégica, curadoria de conexões e operação eficiente, atraindo perfis empresariais que vão de consultorias e escritórios jurídicos a companhias de tecnologia, investimentos e serviços especializados. A proposta vai além de compartilhar um endereço: trata-se de compartilhar inteligência de negócios. Entre agora no canal oficial do Diário no Whatsapp e receba notícias em tempo real.
Para Dória, o diferencial está nas relações humanas e na capacidade de compreender o coworking como plataforma de integração econômica. “O que está em jogo não é o espaço físico, mas o que acontece dentro dele, a troca de experiências, o acesso a oportunidades e a possibilidade de acelerar projetos e parcerias”, define o empresário em conversas com o mercado.
O modelo do Coworking SJC reflete uma tendência global de descentralização dos escritórios e otimização de ativos corporativos. A eficiência operacional, a flexibilidade contratual e o acesso a recursos de alto padrão, como infraestrutura tecnológica redundante, secretariado executivo e salas de reunião multimídia, tornam o espaço competitivo frente aos modelos tradicionais de locação. Mas é a dimensão relacional, fortalecida pela presença diária de empreendedores e executivos, que posiciona o coworking como vetor de negócios regionais.
Em oito anos, o projeto se expandiu não apenas em ocupação, mas também em relevância. Tornou-se uma plataforma empresarial viva, sustentada pela experiência de gestão e pelo dinamismo de uma comunidade que traduz o novo perfil do empresariado joseense, cada vez mais conectado, colaborativo e orientado à performance.
Foto de capa: Divulgação









