São José dos Campos iniciou a instalação de ovitrampas como nova estratégia de monitoramento do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Os dispositivos funcionam como armadilhas de vigilância. Eles atraem a fêmea do mosquito para a postura de ovos em um recipiente específico. O material coletado é posteriormente analisado em laboratório para identificar a presença e a intensidade da circulação do inseto em cada área monitorada.
A implantação começou por bairros da região sul, definidos com base em critérios como densidade populacional, histórico epidemiológico e logística de atendimento.
Como funcionam as armadilhas
As ovitrampas são instaladas em áreas externas de imóveis previamente autorizados pelos moradores. O equipamento contém água e um material que simula ambiente propício para a postura de ovos.
Periodicamente, agentes retornam ao local para recolher o material e encaminhá-lo para análise técnica. O objetivo é identificar pontos com maior incidência do mosquito e, a partir disso, direcionar ações de controle.
Segundo as orientações técnicas, o dispositivo não cria nem multiplica mosquitos, servindo apenas como ferramenta de monitoramento.
Instalação e acompanhamento
A instalação está sendo realizada por Agentes de Combate às Endemias (ACEs), identificados e uniformizados.
Além das ovitrampas, o município mantém outras frentes de combate à dengue, como mutirões de limpeza, visitas domiciliares e monitoramento por equipes técnicas.
Moradores que identificarem possíveis focos do mosquito podem acionar a Central 156.
Foto de capa: Claudio Vieira/PMSJC
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