Dr. Jorge Guedes

O riso como cura: quando o corpo sorri, a alma floresce

Rir é lembrar que, mesmo em meio aos desafios, a vida continua sendo um milagre em movimento

O riso como cura: quando o corpo sorri, a alma floresce

Rir é um dos atos mais simples e poderosos que o ser humano é capaz de realizar. Em uma única gargalhada, há movimento, libertação e cura. O riso atravessa o corpo como uma onda de energia, dissolvendo bloqueios e restaurando a vibração natural da alegria.

Na visão da psicanálise quântica, o riso é uma ferramenta de reprogramação emocional e energética. Quando rimos, ativamos áreas cerebrais ligadas ao prazer e liberamos endorfinas, serotonina e dopamina, substâncias que elevam o humor, fortalecem o sistema imunológico e reduzem o estresse. Mas há algo ainda mais sutil: o riso altera a frequência vibracional do corpo, permitindo que emoções densas, como tristeza, medo e raiva, se transformem em leveza e gratidão.

O riso é uma forma de oração silenciosa. Ele não pede, ele agradece. E ao agradecer, o corpo vibra em sintonia com a alma. É nesse ponto que a cura começa.

Rir é também um exercício de presença. É impossível rir de verdade e permanecer aprisionado no passado ou na ansiedade do futuro. A gargalhada nos traz para o aqui e agora, o único espaço onde a vida realmente acontece.

Pesquisas científicas já demonstram que pessoas que riem com frequência têm menores níveis de cortisol, o hormônio do estresse, e apresentam melhor resposta cardiovascular e imunológica. Na dimensão energética, o riso atua como um campo de luz, reorganizando as frequências do corpo e criando ressonância com emoções elevadas como o amor, a compaixão e a alegria.

Quando rimos, dissolvemos as couraças emocionais que o medo construiu. O riso nos reconecta com o fluxo da vida.

Em um mundo que valoriza a produtividade e o controle, rir pode parecer banal. Mas, na verdade, é um gesto revolucionário. Rir é dizer à vida: “Eu confio.” É reconhecer que, apesar das incertezas, a alma ainda sabe dançar.

Cultivar o humor não é negar a dor, mas iluminar o caminho por onde se caminha. É permitir que a leveza seja um instrumento de cura, porque a energia do riso não apenas alegra, ela reorganiza, fortalece e transforma.

E no final, quando o corpo sorri, a alma floresce.
Rir é lembrar que, mesmo em meio aos desafios, a vida continua sendo um milagre em movimento.

Foto de capa: Banco de Imagens

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