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Funcionárias de lojas plus size são presas por venda ilegal de canetas emagrecedoras

Operação da Polícia Civil atingiu lojas no centro de São José dos Campos e em Jacareí; seis mulheres foram detidas em flagrante e proprietário é investigado

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Funcionárias são presas em São José por venda ilegal de canetas emagrecedoras em lojas plus size

Seis funcionárias de lojas plus size foram presas em flagrante nesta terça-feira (24), suspeitas de comercializar canetas emagrecedoras de forma ilegal em São José dos Campos e Jacareí.

A operação da Polícia Civil cumpriu mandados de busca em duas lojas, localizadas nas regiões centrais das duas cidades, além da residência do proprietário dos estabelecimentos.

De acordo com a investigação, as vendas ocorriam dentro das próprias lojas, junto aos produtos de vestuário voltados ao público plus size.

“A investigação mostrou que o proprietário adquiria (as canetas) de outro estado e deixava nas lojas para que as gerentes e funcionárias comercializassem as canetas emagrecedoras”, afirmou o delegado Reinaldo Ribeiro Checa Junior, titular do 1º DP de São José dos Campos.

Segundo a polícia, as funcionárias foram detidas no momento da ação e autuadas em flagrante.

Comercializar canetas emagrecedoras de forma ilegal é crime de saúde pública

De acordo com o delegado responsável pelo caso, a venda desse tipo de substância é proibida e se enquadra como crime contra a saúde pública.

“Elas estão sendo autuadas pelo artigo 275 do Código Penal, que é expor a venda esse tipo de substância, o que é proibido. É um crime contra a saúde pública. A pena é de um a cinco anos.”

A investigação teve início após uma denúncia recebida pela Polícia Civil cerca de 20 dias antes da operação.

“Há cerca de 20 dias chegou a denúncia. Nós imediatamente começamos a investigação, solicitamos ao juiz mandados de busca para as lojas e para a residência do proprietário. Eles foram deferidos e hoje a gente efetuou as diligências”, explicou o delegado.

O proprietário das lojas não foi encontrado durante a ação policial e segue sendo investigado.

“Quando diligenciamos ao imóvel dele (proprietário das lojas), ele não se encontrava. Estava em São Paulo. Ele vai responder pelo crime, mas com uma gravidade maior por ser o proprietário e a pessoa que adquire isso e determina que as funcionárias façam a venda”, completou Checa Junior.

Com informações do G1.

Foto de capa: Divulgação/Polícia Civil

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Escrito por
Dimas Vilas Boas

Dimas Vilas Boas é jornalista e editor do Diário de São José. Atua na cobertura de temas ligados à cidade, com foco em jornalismo local, análise e contexto sobre os fatos que impactam o cotidiano de São José dos Campos e região.

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