A passagem dos ônibus metropolitanos gerenciados pela EMTU ficará mais cara no Vale do Paraíba e região a partir desta terça-feira, 6 de janeiro. O reajuste foi autorizado pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e, na Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, tem alta média de 4,65%, com variações conforme cada linha. Entre agora no canal oficial do Diário no Whatsapp e receba notícias em tempo real.
Na prática, é aquele tipo de aumento que, isoladamente, pode parecer “administrável”, mas no acumulado do mês vira imposto silencioso sobre quem depende do ônibus para trabalhar, estudar e circular entre cidades. Siga o @diariodesaojose.com.br no Instagram.
Entre os exemplos de novas tarifas que entram em vigor nesta terça, a linha Jacareí–São José (5114) passa de R$ 6,00 para R$ 6,30, e a São José–Jacareí (5117) sobe de R$ 6,05 para R$ 6,35. Santa Branca–Jacareí (5113) vai de R$ 5,80 para R$ 6,10, enquanto Lorena–Guaratinguetá (5312) sai de R$ 5,55 para R$ 5,85. No eixo do Litoral Norte, a São Sebastião–Taubaté (5501) passa de R$ 70,15 para R$ 73,35.
O reajuste é autorizado, mas a conta é sempre do passageiro
A Artesp formaliza o reajuste como uma atualização tarifária do transporte intermunicipal metropolitano, e a EMTU opera o sistema na ponta, com as empresas concessionárias executando o serviço. O problema, do ponto de vista do passageiro, é que a justificativa técnica raramente conversa com a experiência real: lotação, intervalo, conforto, previsibilidade e, em muitos trechos, a sensação de que o transporte público é tratado como obrigação burocrática, não como infraestrutura de desenvolvimento regional.
Foto de capa: Divulgação/EMTU









