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Calor marca os últimos dias do ano em São José dos Campos

Previsão indica sequência de máximas acima dos 33 °C até o fim de dezembro, com sensação térmica elevada e risco de temporais de verão

Calor extremo marca os últimos dias do ano em São José dos Campos. Dica é se refrescar em sombras e parques da cidade. Confira os parques de São José dos Campos

Os últimos dias de 2025 prometem ser de calor intenso em São José dos Campos, segundo o INMET. A previsão do tempo para o período entre esta segunda-feira (23) e o dia 1º de janeiro aponta uma sequência prolongada de temperaturas elevadas, com máximas que chegam a 35 °C e poucas trégulas para quem espera um fim de ano mais ameno.

Segundo os dados meteorológicos, o calor se intensifica já a partir desta terça-feira (24), com os termômetros ultrapassando facilmente a casa dos 33 °C. O pico deve ocorrer na quinta-feira (26), quando a máxima prevista atinge 35 °C, colocando a cidade em estado de atenção para desconforto térmico, especialmente no período da tarde. Entre agora no canal oficial do Diário no Whatsapp e receba notícias em tempo real.

Sol forte, ar quente e noites abafadas

O cenário predominante até sexta-feira (27) é de sol forte durante a maior parte do dia, com poucas nuvens e sensação térmica elevada. As mínimas permanecem altas, variando entre 20 °C e 22 °C, o que deve resultar em noites abafadas e pouco alívio para quem depende da queda de temperatura para descansar. Siga o @diariodesaojose.com.br no Instagram.

Mesmo nos dias em que há previsão de aumento de nebulosidade, o calor segue dominante. A combinação de sol, umidade e temperaturas elevadas cria as condições típicas do verão joseense, em que o desconforto térmico é potencializado principalmente nas regiões mais urbanizadas da cidade.

Chuva aparece, mas não derruba o calor

A partir de sexta-feira (27), cresce a probabilidade de pancadas de chuva isoladas, especialmente no fim da tarde e à noite. No entanto, os volumes previstos não indicam uma mudança significativa no padrão térmico. As máximas continuam na casa dos 34 °C durante o fim de semana e só começam a cair de forma mais perceptível na virada do ano.

Entre os dias 30 e 1º de janeiro, as temperaturas máximas recuam para algo entre 28 °C e 29 °C, ainda acima da média histórica para o período. A chuva, típica de verão, tende a ser irregular, rápida e localizada, sem efeito duradouro na sensação de calor ao longo do dia.

Virada do ano com clima típico de verão

Quem planeja festas, confraternizações ou eventos ao ar livre deve se preparar para um Réveillon com cara de verão raiz: calor, umidade elevada e possibilidade de pancadas de chuva pontuais. A recomendação é atenção à hidratação, exposição prolongada ao sol e cuidados redobrados com crianças, idosos e pessoas mais sensíveis às altas temperaturas.

A previsão reforça um padrão já conhecido pelos moradores: o fim de ano em São José dos Campos costuma ser quente, mas 2025 encerra com temperaturas acima do que muitos consideram confortável, prolongando o desconforto térmico até os primeiros dias de 2026.

Parques viram refúgio nos dias mais quentes

Com a sequência de dias quentes prevista para o fim de dezembro e a virada do ano, São José dos Campos entra naquele modo já conhecido do joseense: sol forte, tardes longas e a busca quase instintiva por sombra, água e algum respiro fora de casa. Nesse cenário, os parques públicos da cidade voltam a cumprir um papel que vai além do lazer, funcionam como válvula de escape térmico em meio ao concreto.

Espalhados por diferentes regiões, os parques oferecem áreas arborizadas, pistas de caminhada, espaços para crianças e, em alguns casos, contato direto com a água. Para quem fica na cidade durante as festas ou prefere programas ao ar livre, eles se tornam uma alternativa prática, acessível e gratuita.

Parques urbanos: sombra, espaço e algum alívio do calor

O Parque da Cidade, na região norte, segue como um dos principais destinos. Além das áreas amplas e arborizadas, o local concentra famílias, ciclistas e caminhantes, especialmente no início da manhã e no fim da tarde, quando o sol dá trégua.

Na região central, o Parque Vicentina Aranha combina patrimônio histórico, áreas verdes e programação cultural eventual, sendo um dos pontos mais procurados nos dias quentes por quem busca sombra e circulação de ar em meio às construções históricas.

O Parque Ribeirão Vermelho, na região oeste, tem ganhado protagonismo nos últimos anos, sobretudo por oferecer espaços amplos e integração com atividades esportivas. Já o Parque Ayrton Senna, na sul, funciona como opção para moradores da região do Parque Interlagos que preferem evitar grandes deslocamentos.

Outros espaços como o Parque Santos Dumont, o Parque Pousada do Vale, o Parque Senhorinha e o Parque Alberto Simões também entram no radar de quem quer atravessar o verão com menos asfalto e mais verde em suas respectivas regiões.

Água no chão: piscinas verticais entram no jogo do verão

Além dos parques tradicionais, a Prefeitura colocou em funcionamento, até 1º de fevereiro de 2026, as chamadas piscinas verticais, que funcionam como pontos de refresco especialmente pensados para crianças e famílias.

Os espaços operam de terça a domingo, das 8h às 12h e das 13h às 17h, com exceção do Espaço Verão Jardim Morumbi, que abre aos sábados, domingos e feriados. Às segundas-feiras, os locais permanecem fechados para manutenção.

Instaladas no Parque Ecológico Santa Inês, Parque Ribeirão Vermelho, Poliesportivo Campo dos Alemães e no Espaço Verão Jardim Morumbi, as estruturas utilizam jatos de água que saem diretamente do chão, em piso antiderrapante, sem necessidade de traje específico. A água passa por tratamento semelhante ao de piscinas convencionais.

Sem glamour, sem promessa exagerada, a proposta é simples: oferecer um respiro nos dias mais quentes, especialmente para quem não tem acesso a clubes ou piscinas privadas.

Verão urbano exige adaptação

Com o calor cada vez mais intenso e frequente, o uso dos parques e equipamentos públicos deixa de ser apenas uma escolha de lazer e passa a ser parte da adaptação cotidiana da cidade às altas temperaturas. Sombra, áreas permeáveis e acesso à água não são mais luxo, são necessidade.

Enquanto o termômetro insiste em subir, São José responde do jeito possível: ocupando seus espaços públicos.

Foto de capa: Divulgação

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